
"Perguntei-me quem sou, demorei pra ver: sou o tudo e o nada, a cura e a dor, o ódio e o amor, a praga e a morte, enfim ninguém. Sentei e comecei a rir, pois não tinha nada além de mim, comecei a cantar pra ver se parava de chorar. Cantei, amei e me matei"... (Lord Byron).
Algo mais: “Sic itur ad astra.” (“Assim se vai aos astros...”)
Ao som de: Forsaken - Satan's Night Out
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