
Escrevo palavras destinadas à apenas um.
Por muitas vezes, creio que escrevo para alguém sem ouvidos, sem boca e sem olhos...
Sem ouvidos para escutar minhas preces,
Sem boca para responde-las,
E sem olhos que possam enxergar-me...
Todas as noites converso com o vento
Para que talvez possa ouvir minha voz ecoando
Pelo céu de ébano, cujo nenhuma estrela brilha mais que teu nome... Marius.
Você dançaria comigo ao menos mais uma vez?
Bailaria comigo pelos véus que o mantem escondido?
E se pudesse dar-me algo para que eu guardasse em lembrança tua...
Daria-me tua atenção?!
Ouça meu chamado,
E se este não for de teu agrado,
Responda-me ao menos um não.
Por muitas vezes, creio que escrevo para alguém sem ouvidos, sem boca e sem olhos...
Sem ouvidos para escutar minhas preces,
Sem boca para responde-las,
E sem olhos que possam enxergar-me...
Todas as noites converso com o vento
Para que talvez possa ouvir minha voz ecoando
Pelo céu de ébano, cujo nenhuma estrela brilha mais que teu nome... Marius.
Você dançaria comigo ao menos mais uma vez?
Bailaria comigo pelos véus que o mantem escondido?
E se pudesse dar-me algo para que eu guardasse em lembrança tua...
Daria-me tua atenção?!
Ouça meu chamado,
E se este não for de teu agrado,
Responda-me ao menos um não.
Algo mais: "Para Imortais, Anjos com Asas de Seda"
Ao som de: Minueto e Badinerie - Bach (Orquestra Sinfônica da Hamburgo.)
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