Acidas pulsações das dores do silêncio
Chora uma das dores na melancolia do sol da tarde
Naquele lago ermo
Onde não se pode mergulhar por não haver fundo nem volta
Emprestamos nossas dores
Para o resto de almas quase mortas
Sendo feito aquele lago
De ferimentos, de vida e lágrimas!
Abandonada!
Eu era uma garota nua, desfeita...
Sem rumo e sem destino
Sentada numa escada a observar as pessoas
Meus olhos, minha boca...tudo isso causava uma insegurança meio louca
Era sintoma de cartas suicidas
Letras que me machucavam aos poucos
Palavras que me faziam enxergar
Que por trás das nuvens ainda existia beleza
Ainda vejo os rios calmos e limpos
As areias desgastadas, mas inteiras
E por trás da miséria ainda havia os ruídos barulhentos
E sempre procurando uma esperança na solidão
Para que assim consiga me manter viva.
Algo mais: "O mundo estava em chamas e ninguém poderia me salvar a não ser você.É estranho o que o desejo faz com as pessoas tolas.Nunca sonhei que encontraria alguém como você. Nunca sonhei que amaria alguém como você...Nunca pensei que lhe perderia dessa maneira."
Ao som de: Tudo a perder - KiLLi
"A saudade dilacera-me..."
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