
E ali ficou, apreensiva...
Submersa, em pensamentos obscuros, perdida...
Fugitiva
Sentimentos dilacerantes
Incontroláveis.
Procurando não se afogar
Em um passado que a consome
E um futuro que aterroriza
Faltam-lhe os versos, como experiência primeira
E transbordando sentimentos
Em desalento, tem vontade de chorar
-Tem consciência de todos os seus erros
E não ameniza toda a sua dor-
Há a luta que angustia
Há de despertar do longo torpor
É amargo
Difícil de superar
É minha realidade...
Hei de aceitar já que nada há a se fazer.
Olho-a com olhos macios, temerosos
E ela com um olhar comum, me acaricia de volta...
Me faz ter esperanças
Procuro acreditar
Embora minha mente esteja turva
E minha visão um tanto deturpada...
Submersa, em pensamentos obscuros, perdida...
Fugitiva
Sentimentos dilacerantes
Incontroláveis.
Procurando não se afogar
Em um passado que a consome
E um futuro que aterroriza
Faltam-lhe os versos, como experiência primeira
E transbordando sentimentos
Em desalento, tem vontade de chorar
-Tem consciência de todos os seus erros
E não ameniza toda a sua dor-
Há a luta que angustia
Há de despertar do longo torpor
É amargo
Difícil de superar
É minha realidade...
Hei de aceitar já que nada há a se fazer.
Olho-a com olhos macios, temerosos
E ela com um olhar comum, me acaricia de volta...
Me faz ter esperanças
Procuro acreditar
Embora minha mente esteja turva
E minha visão um tanto deturpada...
Algo mais: "Veja o sol dessa manhã tão cinza:A tempestade que chega é da cor dos seus olhos castanhos... Então me abraça forte e me diz mais uma vez que já estamos distantes de tudo:Temos nosso próprio tempo."
Ao som de: Wish I Had An Angel - Nightwish
Nenhum comentário:
Postar um comentário