sábado, 10 de dezembro de 2005

Réquiem para a Marquesa.

Em meus sonhos ainda a possuo,
Anjo, amada, Mãe.
E em meus sonhos beijo-lhe os lábios,
Amante, Musa, Filha.

Ela deu-me a vida,
Eu dei-lhe a morte...
Minha linda Marquesa.

E os caminhos do inferno percorremos,
Dois órfãos juntos então.

Será que ela esta noite ouve meus cânticos
de Reis e Rainhas, e Antigos Mistérios?
De juras quebradas, de dores?

Ou percorre veredas distantes
Onde as rimas e as canções não a encontram?

Volta para mim, minha Gabrielle,
Minha linda Marquesa.
O castelo está em ruínas na colina,
A aldeia perdida sob a neve...
Mas tu és minha para sempre.

by Lestat De Lioncourt {A Rainha Dos Condenados - pág 26.}

Algo mais: "Ninguém está escutando. Agora você pode cantar a canção que é sua, como faz o passáro, não para marcar seu território nem seu domínio, mas para seu próprio aprendizado.
Que alguma coisa brote do nada." - Stan Rice

Ao som de: {o silêncio das estrelas.} ^^

Lendo: Sangue e Ouro - Anne Rice.

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