
Hoje deixei escapar teu nome sem perceber.
Tamanha injustiça me fez...
A única guia a me afastar de perder o caminho sem pregos na fonte.
Glamour, me diz ser.
Romance viver assim.
Mas não sabe o quanto me faz estalar as memórias.
Não me condena a outra tarde neste inferno covarde porque eu sei que o de verdade
me aguarda no paraíso, meu lar, onde o tempo me espanca.
Dor, não me arranca da vida.
Me diz por que me castigas se meu amor, eu só te quis bem?
Dor, como pensar em poesia ou se as palavras conflitam, se meu amor, já não tenho a ti?
A primeira a morrer.
A primeira a escrever versos em folhas secas para o acaso levar.
De que me adianta anotar frases que não vou usar?
Querido, já não faz diferença...
E é tão fútil dizer ser incerto se eu sei bem o que mais quero.
Tamanha injustiça me fez...
A única guia a me afastar de perder o caminho sem pregos na fonte.
Glamour, me diz ser.
Romance viver assim.
Mas não sabe o quanto me faz estalar as memórias.
Não me condena a outra tarde neste inferno covarde porque eu sei que o de verdade
me aguarda no paraíso, meu lar, onde o tempo me espanca.
Dor, não me arranca da vida.
Me diz por que me castigas se meu amor, eu só te quis bem?
Dor, como pensar em poesia ou se as palavras conflitam, se meu amor, já não tenho a ti?
A primeira a morrer.
A primeira a escrever versos em folhas secas para o acaso levar.
De que me adianta anotar frases que não vou usar?
Querido, já não faz diferença...
E é tão fútil dizer ser incerto se eu sei bem o que mais quero.
Algo mais: 'Perdão se ouso confessar-te, eu hei de sempre amar-te! Oh flor, meu peito não resiste. Oh meu Deus, o quanto é triste a incerteza de um amor que mais me faz penar em esperar em conduzir-te um dia ao pé do altar.'
Ao som de: Rosa - Marisa Monte
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