
A alma pútrida reflete
O sonho da criança
E corre sobre o campo cor-de-inverno
Semeado somente pela dor
O sol está amarelado,
As flores murcharam com os dias felizes
Que se foram há muito
Substituídos por inigualável tristeza
Agora só há dor,
Sofrimento em um lugar que não devia ser dele
Mas que o acolhe,
tão bem quanto os bosques quando chega o outono
Os horizontes estão pálidos
Como nunca estiveram
A esperança se foi, para não voltar
A esperança se foi e deu lugar à sabedoria,
Sabedoria desejada por muitos
Alcançada por poucos
A desgraça de muitos
E odiada por poucos
E, enquanto o inverno se torna tão usual
As cores se esvaem, não mais como dor
Mas como ato previsto e esperado
Como quando a morte já é conformada
A morte, sobre a qual nada sabemos
A mente a teme, mais do que tudo
A alma anseia, e por isso dói,
Arde em desespero eterno.
O sonho da criança
E corre sobre o campo cor-de-inverno
Semeado somente pela dor
O sol está amarelado,
As flores murcharam com os dias felizes
Que se foram há muito
Substituídos por inigualável tristeza
Agora só há dor,
Sofrimento em um lugar que não devia ser dele
Mas que o acolhe,
tão bem quanto os bosques quando chega o outono
Os horizontes estão pálidos
Como nunca estiveram
A esperança se foi, para não voltar
A esperança se foi e deu lugar à sabedoria,
Sabedoria desejada por muitos
Alcançada por poucos
A desgraça de muitos
E odiada por poucos
E, enquanto o inverno se torna tão usual
As cores se esvaem, não mais como dor
Mas como ato previsto e esperado
Como quando a morte já é conformada
A morte, sobre a qual nada sabemos
A mente a teme, mais do que tudo
A alma anseia, e por isso dói,
Arde em desespero eterno.
Algo mais: 'Como será após a nossa morte? O frio eterno nos abraçando?! A escuridão eterna nos fitando?!'
Ao som de: Le Toi Du Moi - Carla Bruni
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