Eu sou a arma apontada para mim
Num momento de guerra, num segundo fatal
Sou a âncora que persiste em aportar nos mares da ilusão
Porquê eu ainda procuro não chorar
Sou a flor que murchou no exato momento
Em que você fechou a porta do quarto
E tenho sido um céu sem estrelas
Vagando na mente dos sonhadores que ainda desejam ver cometas
Mas eu mal consigo me destacar nessa imensidão....
Porquê parte de mim se foi como um raio partindo os meus sonhos
E desde então eu continuo catando todos os pedaços
Sou forte sim, mesmo depois do fracasso
Mas ainda não sei a melhor forma de ser o que você deseja
Eu Sou a alma que na palma da mão encontra a calma
E a morte que a cada segundo me aproxima do fim
Pois eu ainda caminho numa corda bamba
Na expectativa de você me ter por um segundo a mais
E na esperança de ter você em mim.
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